Curso de Psicologia e SAE realizam debate sobre a diversidade sexual e de gênero

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A diversidade sexual e de gênero foi tema de uma palestra promovida pelo curso de Psicologia da Celer Faculdades em parceria com o Serviço de Apoio ao Estudante (SAE), Grupo de Pesquisa em Sexualidade Humana e a União LGBT de Xanxerê (UNA). O evento reuniu acadêmicos de diversos cursos e teve o objetivo de discutir principalmente a formação em Psicologia.

“Gênero, Diversidade e População LGBT: um debate sobre a luta por direitos e liberdade”, foi o tema central do evento. Conforme o presidente da UNA, Mario Harres, o debate tem importância singular especialmente no exercício da democracia. “Discutir sobre sexualidade é a gente voltar os nossos olhos para uma população que existe e que é violentada, negligenciada e retirada de direito. Este debate ele precisa ser permanente e as ações vigilantes. Atividades como esta precisam ser frequentes”, explica.

Conforme Harres, hoje as principais lutas da população LGBT estão em torno da permanência no mercado de trabalho e na educação formal. “Por vezes a população trans ela é marginalizada à prostituição e ao tráfico de drogas por falta de oportunidades. A escola hoje, por vezes, atua como um espaço excludente”, explica Mario.

A violência

A incidência de ações violentas à população LGBT está presente na sociedade de forma constante. A violência física é o último recurso de domínio sobre um corpo, mas antes disso, outras formas de violência se constituem no dia a dia da população LGBT. “Existe a violência simbólica, a violência psicológica. A piada, o humor ácido é um tipo de violência simbólica. Você proibir a presença de LGBT em determinados espaços é um tipo de violência simbólica”, explica o presidente da UNA, Mario Harres.

A coordenadora do curso de Psicologia, Maria Lúcia Badalotti , explica que o debate é uma das formas de combater a homofobia. “Este debate é muito importante e é uma forma de combater a homofobia. Tantas pessoas sofrem em função da diversidade e da sua identidade. Ficamos felizes com a adesão dos acadêmicos ao debate”, salienta.

Para o coordenador do Serviço de Apoio ao Estudante, Ricardo Telch, o evento superou as expectativas e o debate proporcionou o despertar da consciência do respeito ao próximo. “A realidade nos obriga a discutir sobre esses temas. Seria melhor se não precisássemos, mas é uma relação de poder  e violência que subjuga e mata muitas pessoas todos os dias. Assim, a educação e a informação são as únicas formas de desconstruirmos preconceitos”, enfatiza.

 

Assessoria de Comunicação

 
 
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