Dia do Jornalista é comemorado com debate sobre os desafios da mulher no esporte

DSC_0035

“Os desafios da mulher na cobertura jornalística esportiva” foi tema de um debate organizado pelo curso de Jornalismo da Celer Faculdades em parceria com o Serviço de Apoio ao Estudante (SAE) e a Biblioteca Ioli Rossatto. O evento comemorativo ao Dia do Jornalista reuniu acadêmicos, professores e profissionais atuantes no mercado de trabalho.

A coordenadora do curso de Jornalismo, Janaína Mônego, considerou que o debate sobre as diferentes formas de preconceito deve iniciar no meio acadêmico e o jornalismo tem papel fundamental no processo de conscientização por atuar de forma significativa na produção de notícias e na formação da opinião do pública.

“Nós, jornalistas, temos papel fundamental na sociedade quando produzimos conteúdos para as diferentes plataformas e sobre as mais diversas temáticas. É por isso que na graduação precisamos incentivar os acadêmicos a ter um olhar despido de preconceito. A mulher, na cobertura esportiva, sofre muito com o preconceito e por isso precisamos falar sobre este assunto e mostrar que podemos sim atuar nesta área e em qualquer outra que quisermosr”, considera.

O debate foi mediado pelo professor do curso, Darci Debona, e contou com a participação da jornalista Sirli Freitas que atua na Assessoria de Comunicação da Associação Chapecoense de Futebol, Letícia Sechini blogueira da ESPN FC e ainda da repórter da RICTV Record, Fernanda Moro.

Conforme a jornalista Sirli Freitas, hoje uma das grandes dificuldades é estar em um ambiente masculino e provar a sua capacidade de desempenhar um ótimo trabalho. “Essa discussão é importantíssima, para que possamos mudar esta visão e para que a mulher possa se inserir cada vez mais nesses espaços e provocar a mudança do olhar da sociedade frente a este assunto”, explica Sirli.

Fernanda Moro já sentiu na pele o preconceito. Recentemente ela foi alvo de ofensas na cobertura de um jogo. “Fiquei chocada com esta situação envolvendo torcedores. Precisamos desconstruir esta realidade que ainda é machista no jornalismo esportivo”.

Uma das principais formas de combater este preconceito, conforme a jornalista Letícia Sechini, é através da informação. “É em momentos como este, debatendo o esporte, debatendo a representatividade da mulher na sociedade que conseguimos avançar”, enfatiza.

Assessoria de Comunicação

Fernanda_Moro_e_Darci_Debona-1

Sirli_Freitas_e_Maria_Conceicao_Bridi

Leticia_Sechini_e_Ricardo_Telch

Academicos_debateram_sobre_os_desafios__da_mulher_no_jornalismo_esportivo

Evento_comemorou_o_Dia_do_Jornalista

 

 
 
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
escort bayan beylikduzu escort istanbul escort Atakoy Escort
samsun escort eskisehir escort